Utilização
Vantagens do Coque de Petróleo

Conclusões sobre as vantagens na utilização do coque de petróleo calcinado Carbo10 como carburante em aços e ferros fundidos cinzentos e nodulares:

- A carburação é mais eficiente, pois a reação de sublimação ou solubilização do carbono inicia-se a temperaturas mais baixas em relação aos carburantes cristalinos;

- Altamente recomendado para a carburação dos ferros fundidos cinzentos aumentando a eficiência de inoculação;

- Na carburação dos ferros fundidos nodulares, este pode ser aplicado em quantidades tais que não resultem em teores de enxofre acima de 0,025% no ferro na bica;

- Quando o teor de enxofre no ferro na bica for maior que 0,025% recomenda-se o uso de Carbograf.

Comportamento do Carburante / Carbograf

Muitos tipos de aumentadores de carbono (carburantes) estão no mercado e cada um tem a sua aplicação.

Os fatores que afetam a sua performance incluem a sua granulometria, o equipamento utilizado, os níveis de cinza, enxofre, nitrogênio, a materia volátil e hidrogênio. Deve-se também tomar cuidado com a presença do carburante na escória. Nos fornos elétricos a arco e rotativos a óleo (gás), os carburantes deveriam ser colocados na soleira do forno.

O Carbono é principalmente recuperado no banho em função da temperatura e da atmosfera. O ambiente do forno deve ser:
  • Redutor: para melhor promover a substituição do carbono e para a estabilidade da reação.
  • Aquecido: para produzir uma recuperação ativa em função do tempo requerido.
Deve existir também uma boa interface (superfície de contato) do carbono com o metal (em atmosfera redutora) ou não ocorrerá uma recuperação efetiva de carbono no banho. Uma quantidade excessiva de escória ou uma granulometria incorreta do carburante reduzirá esta condição.

O ferro tem uma maior afinidade por outros elementos do que com o carbono tais como: silício (principalmente), manganês, enxofre, molibdênio, portanto o nível destes elementos deve ser o mínimo possível por ocasião da adição do carburante. O teor de silício (ferros fundidos) deverá estar abaixo de 1,8% para obter-se ótimos resultados.

Quanto a granulometria os carburantes com partículas maiores (3 a 80 mesh) fornecem uma área superficial ótima para fornos a indução sem núcleo com banho profundo. E desejável que se mantenha uma fonte de carbono constante enquanto o metal se agita sob uma cobertura de carbono e de uma atmosfera redutora.

O oposto é o caso com os banhos mais rasos, nos fornos de indução à canal, rotativos elétricos a arco e dos equipamentos de alta freqüência (3.000Hz ou mais) quando a granulometria mais fina (8 a 80 mesh) produz os melhores resultados. Deve-se tomar cuidado com os carburantes com teores altos de nitrogênio. Este elemento tende a se combinar com os teores residuais de alumínio formando nitretos que produzem pontos duros nas peças.

A composição da carga deverá ser ajustada para fornecer um rendimento máximo de carbono. Um rendimento estimado para um determinado carburante deve ser calculado baseado em fatores experimentais desenvolvidos no uso dentro de condições padronizadas tais como:

1. Carbono total de carga;

2. Teor de silício;

3. Lastro de metal líquido no caso de forno a indução tipo canal;

4. Escória do refratário;

5. Adições complementares (após a carburação) de silício, manganês, molibdênio são normalmente obrigatórias para uma melhor recuperação do carbono;

6. Altos teores de óxido de ferro (Fe2O3) na carga, (escória), limalhas de ferro ou aço oxidadas (com ferrugem) são prejudiciais à absorção do carbono e afetam também a vida do refratário produzindo escórias fluídas. Neste caso o desejável é o jateamento da carga, evitando assim a escória fluída e melhorando a absorção de carbono.

A absorção de carbono será ótima se todas estas variáveis forem corretamente controladas e a temperatura do banho mantida acima de 1430ºC nos fornos a indução. Uma causa importante que ocasiona baixa carburação é não aquecer o “pé do banho” no forno a indução acima de 1452ºC, nas cargas líquidas antes do carregamento.

Deve-se manter uma cobertura de escória com 2,5 a 5,0 cm para proteção do banho.

Existem graves problemas que podem ocorrer principalmente em fornos revestidos com alumina quando o magnésio está presente no metal em cargas que contenham retornos de ferro nodular, este ataca a alumina formando uma escória viscosa (spinel).

Acontece seguidamente a presença de uma escória viscosa no fundo do forno por ocasião do carregamento e quando o carburante é adicinado nesta condição e a carga metálica é adicionada no forno, o carburante é empurrado para o fundo e preso ali, resultando num baixo rendimento e provocando níveis imprevisíveis de carbono em fusões subseqüentes.

Utilização dos produtos por setor da indústria.

  • Metalurgia do aço
  • Metalurgia ferro fundido
  • Metalurgia do alumínio
  • Metalurgia de redução
  • Refratários
  • Utilização geral
  • Lubrificantes e tintas
  • Combustível
Metalurgia do aço


Utilização

Carburante forno
Carburante panela
Carburante carga fria
Redutor de escória
Produto

Carburante Carbo 10
Carburante Carbo CVS
Carbograf 50N
Metalurgia ferro fundido


Utilização

Carga fria
Correção
Inoculante
Produto

Carburante Carbo 10
Carbograf 25N
Carbograf 50N
Metalurgia do alumínio


Utilização

Pasta anódica
Produto

Carburante Carbo 10
Metalurgia de redução


Utilização

Redutor de escória
Redutor de minérios
Produto

Carburante Carbo 10
Carburante Carbo CVS
Carbograf 25N
Refratários


Utilização

Blocos
Massas
Produto

Carburante Carbo 10 UF
Carbograf 25N UF
Utilização geral


Utilização

Anti-oxidante
Metalurgia do pó
Pós fluxantes
Pastilhas e sapatas de freio
Vidro
Piso anti-estático
Tinta de fundição
Produto

Carburante Carbo CVS
Carburante Carbo 10
Carbograf 25N
Lubrificantes e tintas


Utilização

Desmoldantes
Tintas
Graxas
Produto

Carburante Carbo 10 UF
Carbograf UF
Combustível


Utilização

Combustíveis
Produto

Carburante Carbo 10
Carburante Carbo 10 UF


CARBOBRAS - Carbonos Brasileiros Ltda
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